A força do “mind set”

Desde 2008 “milito” pela chamada mídia digital out-of-home que oferece monitores digitais com qualidade de recepção, em locais dirigidos, falando de uma forma muito mais específica, próxima ou até íntima com as pessoas.

Foi com base nisso que criamos (junto com o Bira Macedo) a ABDOH.
Chamamos o DOOH de um novo meio pelas suas características diferenciadas: estar sempre fora de casa/ trazer informação, diversão e prestação de serviços / em ambientes selecionados e, principalmente, por poder oferecer, pelo seu lado digital, conjugado à sua logística de distribuição, uma mensagem muuito mais dirigida – isto é, para quem está naquele elevador, naquela fila, naquele ônibus, etc.

Nesse sentido, pela própria diversidade de suas presenças, é uma mídia que pode ser utilizada com mensagens adequadas ao “mind set” de cada um ou estado de espírito das pessoas.

Quero dizer com isso que podemos mandar mensagens comerciais para as pessoas que estão se exercitando em uma academia ou na fila de um supermercado ou bebendo em um bar, etc.

Da mesma forma, durante um dia, podemos falar várias vezes com um consumidor, de maneira adequada ao tempo / momento em que ele está vivendo.

Se até então nos encantávamos com o “Recency” pela possibilidade de falar com o consumidor próximo à sua decisão de compra, agora as marcas têm condição de pulsar no mesmo estado de espírito do seu consumidor e isso significa mensagens mais direcionadas, mais interessantes e menos desprezadas como “simples propaganda”.

Pra mim esse é um belo exemplo de evolução do mercado e de um tempo em que a mídia é cada vez mais parte das nossas vidas.

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 25 de agosto de 2011,

por Geraldo Leite

postado por admin em 30 de agosto de 2011, 17:31   |   0 comentários

Singular assessora as rádios do Estadão

No final do ano de 2010 a Singular começou a conversar com o Núcleo de Rádio do Estadão sobre as novidades que estavam por vir: a) a Eldorado AM acabaria / b) No lugar dela, junto com a freqüência de 92,9, surgiria a Estadão / ESPN e c) a Eldorado FM mudaria de lugar no dial e se uniria à Fundação Brasil 2000 (102,7).

Grandes mudanças, para rádios históricas.

O nosso papel era o de assessorar a direção das Rádios em como posicionar essas mudanças, construir a “plástica” da nova estação (Estadão/ESPN), pensar sobre o novo papel que caberia à Eldorado e como o conteúdo do Estadão poderia explorar melhor as duas alternativas.

Foram trabalhos de planejamento, conteúdo, programação e até mesmo a feliz decisão de chamar o André Abujamra para a preparação das novas trilhas sonoras da Estadão/ESPN.

Agora é com os produtos no ar e com a satisfação dos ouvintes.

Ouça a rádio ao vivo! http://radio.estadao.com.br

Inauguração da Rádio no Ibirapuera

Texto por Geraldo Leite

postado por admin em 15 de agosto de 2011, 19:59   |   0 comentários

A casa tomada

Não sei se você já reparou, mas hoje praticamente 2/3 do investimento publicitário no Brasil é distribuído para a TV (Aberta e por Assinatura).

Isso significa que o mercado escancarou a sua predileção de comunicação pelos filmes comerciais.

Esse modelinho de som + imagem contando uma estorinha virou hegemônico e olha que vem sendo também produzido cada vez mais para ações digitais na internet, mobile, dooh e nos tablets.

Isso mostra ainda que a mídia impressa (Jornais e Revistas), que representava 1/3 da verba do mercado, e era responsável pelo “conceito” da campanha, enxugou sensivelmente e agora corresponde à somente 1/5.

Os 13% que faltam para o total do mercado (base Intermeios), ficam para o Rádio (+- 4%), para o Out of Home (em torno de 3% – onde a parte digital é
ascendente e responde por 20% deste) e, por fim, basicamente para a Internet (entre 5 e 6%, sem contar a nova cartada das “Buscas” – o que implica em um novo padrão dos 100%).

É cedo para afirmar que a Banda Larga e o crescimento de qualificação dos brasileiros vai certamente alavancar em muito o “share” da Internet nesses 100%.

Como também é cedo para descartar ainda maiores participações das telinhas frente aos grandes anos de esporte previstos, à solidificação da Classe C, como também do recente “boom” das TVs pagas.

O que é certo é que novas marcas – internacionais, que ainda não vieram / nacionais que começam a surgir – tendem a manter o mercado aquecido.

E que essa briga não só vai ficar boa, mas como já tem gente garantindo o lugar antecipadamente.

(*)Geraldo Leite é sócio-diretor da Singular Arquitetura de Mídia

 

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista, dia 10 de agosto de 2011,

por Geraldo Leite

postado por admin em 11 de agosto de 2011, 17:00   |   0 comentários

Educadora por vocação

À frente de iniciativas que fomentam a produção de conteúdo audiovisual de qualidade para crianças no país, e seu uso como ferramenta educacional, Beth Carmona engaja a sociedade para a questão.

Responsabilidade social, desenvol-vimento cultural e a expansão da economia criativa no país são temas tratados com as iniciativas

Por Nara Bianconi

A jornalista e radialista Beth Carmona poderia ganhar também a alcunha de educadora. Não é de hoje que ela empenha esforços para produzir conteúdos audiovisuais de qualidade para crianças e adolescentes, certa de que são ferramentas importantes no auxílio à educação infantil. A trajetória sólida está refletida em seu discurso – são mais de duas décadas reforçando e lapidando as mesmas ideias. Ainda assim, não demonstra pressa ou irritação ao repeti-las mais uma vez. Ao contrário, é didática e atenciosa o tempo todo, como são as boas professoras. (mais…)

postado por admin em 5 de agosto de 2011, 20:15   |   0 comentários