ABDOH participa do encontro da OVAB

No próximo dia 28, um grupo de associados da ABDOH – Associação Brasileira de Midia Digital Out of Home, irá participar, em Nova Iorque, da OVAB SUMIT. O encontro reunirá os principais representantes do segmento Out-of-Home dos Estados Unidos. Entre os principais temas estarão sendo analisados os cases relativos às campanhas de publicidade digital da BlackBerry, VH1 e Chrysalis e o efetivo impacto que a nova mídia tem registrado em recentes campanhas.

O encontro, que será realizado no New York Hilton Hotel, será aberto às 9 horas com o Painel de Discussão em torno do tema “Visão de 360º sobre o Marketing e Media de Hoje. Participarão Jonah Bloom, Editor, Advertising Age, Suzanne Alecia, CEO, OVAB, Bob Liodice, Association of National Advertisers (ANA), Judy Vogel, Mídia ex-presidente do Comité de Investigação AAAA e Mike Wehrs, Mobile Marketing Association (MMA). (mais…)

postado por admin em 26 de outubro de 2009, 23:39   |   0 comentários

APP vai homenagear Geraldo Leite

A nova edição do prêmio Contribuição Profissional (13ª.) da APP – Associação dos Profissionais de Propaganda vai homenagear Geraldo Leite, socio–diretor da Singular, com o Troféu “Garra do Galo”, como o melhor “Fornecedor” de 2009.

Será no dia 10 de novembro, às 19 horas, no Teatro Raul Cortez (Fecomércio), em São Paulo.

Junto com Geraldo, mais 9 profissionais subirão ao palco:

- Orlando Marques (Publicis) – Profissional de Agência – Dirigente

- Gal Barradas (Grupo TV1) – Profissional de Agência – Atendimento

- Ulisses Zamboni (Santa Clara Nitro) – Profissional de Agência – Planejamento

- José Henrique Borghi (Borghiehr/Lowe) – Profissional de Agência – Criação

- Daniel Chalfon (MPM) – Profissional de Agência – Mídia

- Flávio Antonio Padovan (Volkswagen) – Profissional de Anunciante

- Fred Muller (Globosat) – Profissional de Veículo

- Nelson Cadena (Almanaque da Comunicação) – Profissional de Imprensa Especializada

- Zé Rodrix – In Memorian – Premio Especial Contribuição Profissional “Prof. Francisco Gracioso”.

postado por admin em 26 de outubro de 2009, 23:36   |   0 comentários

No futuro, essencialmente Jornais!

Por Jorge C. Leite – Planejamento

A recente queda na circulação dos jornais brasileiros não é um fato isolado no planeta. Pelo contrário, com raras exceções, de forma geral no mundo têm se lido menos jornais no tradicional suporte impresso em 2009. O aumento da penetração da internet e a evolução da rede com suas capacidades “2.0” parecem ter se aliado à crise internacional para aplicar duros golpes nas clássicas empresas de jornal atingindo seu principal produto e fonte de receita. Se antes a credibilidade do jornalismo já estava em cheque, agora o próprio meio em que se consagrou parece estar “adoecendo”.

A poucos dias estive na Cidade do México no Seminário Latino-americano daINMA (International Newsmedia Marketing Association). Lá, durante dois dias, acompanhei a aflição dos que buscavam soluções para os “novos problemas” que enfrentavam nos seus jornais. Falou-se em diversas experiências bem sucedidas: uma mudança editorial; um uso profundo de banco de dados; novos modelos de negócio; novos produtos comerciais; etc… Mas mesmo a combinação de todos esses elementos parecia não garantir a “salvação” do jornal impresso para nenhum dos veículos presentes. Mesmo as fontes vindas do norte pareciam trazer mais problemas do que soluções. Se antes os diversos países representados lá olhavam para os E.U.A. como um possível retrato do futuro, nesse caso, a maioria dos participantes se deparou com realidades mais próximas de um apocalipse do que de um futuro promissor e bem resolvido.

CONHECIMENTO como um “bem” se tornou indispensável na era digital, porém ao mesmo tempo mais acessível e muito abundante. Nesse novo cenário, o papel do jornal, do quality paper ao jornal do bairro, precisa ser revisto como agregador, organizador e “selo de qualidade” da notícia. A enchente de dados demanda bons interpretes e tradutores tanto no mundo virtual quanto na sua versão analógica e palpável e essa capacidade de síntese, de interpretação, é uma das características das melhores práticas que devem ser perseguidas para o “novo jornal” que deve surgir. Conhecer a essência do negócio de jornal é fundamental para achar seu novo espaço em um mundo que se digitaliza.

A ausência de fórmulas e modelos que venham a resolver o impasse atual, ainda que não tenha criado grandes idéias, esclarece a complexidade do problema e a necessidade de repensar o lugar do jornal como estamos acostumados. Se já se sabe qual é o futuro do qual se quer escapar, a opção que resta é buscar propostas e experimentar, de forma ágil e inovadora. Se alguns jornais já conseguiram adquirir relativa importância na internet (e se na prática em muitas praças nunca se leu tanto jornal como hoje – no impresso e no online), basta saber se estes encarnam o espírito aberto, flexível e colaborativo da rede, e se o modelo criado pode ser sustentável, independente da versão impressa.

postado por admin em 22 de outubro de 2009, 10:56   |   0 comentários