ComKids lança portal com foco na qualidade das produções eletrônicas e culturais voltadas para o universo infantil

Criado pela Singular, Arquitetura de Mídia e pelo Midiativa, o website www.comkids.com.br
contará com um respeitado time de colaboradores especializados no segmento infantil, além de
abrir espaço para novidades sobre conteúdo nas mais diversas áreas ligadas à infância (mais…)

postado por admin em 20 de agosto de 2013, 17:58   |   0 comentários

ComKids apresenta conteúdo lúdico

Festival é realizado no Brasil pela Singular Arquitetura de Mídia, em parceria com o Midiativa (mais…)

postado por admin em 26 de abril de 2013, 14:23   |   0 comentários

Missões de Intercâmbio

Viagens promovidas pelo Grupo de Mídia visam antecipação de tendências

Realizou-se no mês de setembro mais uma viagem organizada pelo Grupo de Mídia de São Paulo ao exterior. Essas “missões de intercâmbio” têm a finalidade de aprimorar o conhecimento dos profissionais do mercado publicitário, os quais são apresentados às novas tendências da comunicação internacional, às novas tecnologias, além de terem a oportunidade de estreitar o contato direto com os grandes grupos de comunicação mundiais.

Como um dos pilares do modelo brasileiro, as “missões” promovidas pelo Grupo de Mídia mostram a determinação dos executivos e a visão de suas empresas em proporcionar uma oportunidade de crescimento profissional que amplia o conhecimento e contribui para a profissionalização cada vez maior tanto do indivíduo como destas importantes áreas nas agências e nos anunciantes, valorizando o mercado como um todo.

O Grupo de Mídia de São Paulo organiza essas viagens desde 1996. O programa tem início na primeira segunda- feira de setembro, quando é celebrado o Labor Day (Dia do Trabalho nos Estados Unidos), estendendo – se até a sexta-feira da mesma semana. Ao todo, já foram realizadas 12 viagens, sendo oito para Nova York, além de Lisboa/Madri, Tóquio e São Francisco/Vale do Silício. Este ano o destino foi Los Angeles.

O grupo de viajantes, que no início do programa cabia em um táxi, com o tempo passou a usar uma van e, agora, precisa de pelo menos dois ônibus para acomodar todos os participantes. Embarcaram sob o comando de Luiz Fernando Vieira, Vice-Presidente de Mídia da Africa e atual presidente da entidade, cerca de 50 diretores de diferentes agências de vários estados brasileiros, ao lado de 20 executivos de veículos, que nos últimos anos passaram a apoiar e a prestigiar esse movimento, como copatrocinadores das viagens.

Durante cinco dias foram realizadas 25 reuniões com grande foco no conteúdo e na visão do mercado americano sobre entretenimento. O grupo visitou grandes estúdios de cinema que atuam com múltiplos canais de comunicação como a Warner Bros, 20th Century Fox, Sony, Marvel, entre outros. Outro foco importante foram as grandes ligas esportivas americanas, como NBA (National Basketball Association), NFL (National Football League) e MLB (Major League Baseball), para verificar o trabalho das marcas no mundo do esporte, a entrega de mídia para o patrocinador e a negociação dos direitos de transmissão.

Segundo Paulo Stephan, Diretor Geral de Mídia da Talent e um dos mais experientes do grupo, tendo participado praticamente de todas as missões, nas primeiras viagens era preciso explicar quem eram, o que faziam e de onde vinham. Agora, a situação é completamente diferente e conseguir falar com grandes players deixou de ser difícil. O complicado agora é selecionar todos os convites que recebem e aproveitar ao máximo as oportunidades. “Na quase totalidade das nossas visitas, fomos recepcionados pelo presidente ou pelo CEO de cada empresa”, ressalta Stephan.

O Brasil deixou de ser conhecido apenas como o país do samba e do Carnaval. Agora, com o cenário econômico favorável e como país sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, todos olham para o Brasil como um lugar de grandes oportunidades de negócios e que ainda pode crescer muito mais. Há um grande interesse em entender a boa situação econômica brasileira de uma forma geral.

Além de conhecer in loco quais as tendências em diversas plataformas, o grupo ficou sabendo também, com antecedência, sobre o interesse de várias empresas em investir no Brasil bem como “exportar” nosso conhecimento e experiência na área esportiva e cultura.

Os executivos Jonathan Taplin e Henry Jenkins da University of Southern Califórnia, por exemplo, foram generosos nos elogios ao país e prometeram a realização de uma grande conferência de estudiosos do Annemberg Inovation Lab no Rio de Janeiro, em agosto de 2012.

O Grupo AEG, por exemplo, que já fincou os pés no Brasil e está construindo em parceria com a Odebrecht, o estádio de Recife para a Copa do Mundo, quer ampliar sua participação e montar uma rede no Brasil, fixando escritório na cidade de São Paulo.

Também a NBA está interessada em fixar residência no país e já escolheram a Netshoes para ser a loja oficial de seus produtos, além de manterem contato com a Liga dos Esportes no Brasil para o desenvolvimento de todos os seus eventos.

Do ponto de vista do anunciante essas viagens agregam muito valor à sua relação com a agência. Muitas das agências realizam um pós-evento fechado para seus clientes, onde apresentam e difundem as novidades conhecidas na viagem. O próprio Grupo de Mídia costuma realizar um evento para apresentar uma síntese das novidades aos que não tiveram oportunidade de participar diretamente da experiência.

“A viagem do Grupo de Mídia é uma oportunidade única no mercado de ampliar o conhecimento na área e no universo de contatos com empresas com quem pode desenvolver negócios para nossos clientes. Além disso, é um momento excelente de integração entre os principais profissionais da área que só fortalece o mercado de mídia brasileiro”, comenta Daniel Chalfon, Vice-presidente de Mídia da Loducca.

Segundo Geraldo Leite, sócio-diretor da Singular e responsável pelo conteúdo das viagens do Grupo de Mídia há três anos, o local de destino é escolhido pela diretoria do Grupo de Mídia, levando em conta qual mercado pode acrescentar mais, já que o principal objetivo é promover o desenvolvimento profissional da categoria.

Matéria publicada na seção Tendências da CENP EM REVISTA,

na edição de Dezembro de 2011

postado por admin em 19 de dezembro de 2011, 21:28   |   0 comentários

2011: ano de avanços e solavancos

Um ano mais feminino. Casa sob nova direção, onde se imaginava que estaria mais bem cuidada, florida, perfumada, com boa sorte e com boa imagem no mundo, mas que, quando se olha para dentro, só se vê briga na cozinha, discussões em diferentes línguas, vizinhos que reclamam; enfim, grandes questões históricas, permanentes, mas que tendem a ser tratadas como num tribunal de “pequenas causas”.

O mercado deve terminar com um crescimento um pouco menor que 10% e, como numa novela, a TV aberta (seja ela um bandido, seja um mocinho) sai sempre bem na foto.

Levando na esportiva

Cada vez mais, com Copa e Olimpíada chegando, somos o país do futebol e do esporte. Aparentemente, vencemos a batalha dos estádios bem na prorrogação do segundo tempo, mas resta saber se nos classificaremos também nos serviços e na mobilidade. A partida de estreia foi quente e quase detona o Clube dos 13. Ainda assim, a Globo levou. (mais…)

postado por admin em 13 de dezembro de 2011, 17:21   |   0 comentários

Porque hoje é Sábado

Pra mim, o jornalismo de fim de semana ainda é um assunto mal resolvido. Não acho que é o caso da mídia impressa, principalmente das Revistas semanais de informação, onde esses dias marcam o momento da virada, do respiro, da contribuição de fato (pelo menos elas tentam). Também não é tanto um problema dos Jornais, principalmente nas edições de Domingo; mas isso, é claro, varia de jornal para jornal.

Já no caso das TVs e também das Rádios noticiosas, é aquela morneira de sempre: faltam assuntos (o que é lógico e natural, já que as pessoas não trabalham!), mas o tempo de duração dos Telejornais ou das edições das manhãs do jornalismo das Rádios no Sábado, continua o mesmo.

Os Telejornais das grandes redes, por exemplo, praticamente só trazem matérias frias, como que a provar que eles não têm como fabricar notícias e daí tome lados softs, matérias que se arrastam e não há lógica que justifique porque esses assuntos merecem ganhar destaque no horário mais nobre da emissora.

Chegam a um ponto tal, que quem costuma assistir freqüentemente (meu caso), já consegue antecipar que tipos de matérias virão, qual a política dos breaks, que tipo de chamada entrará, etc e tal. Tudo isso como reflexo de um pressuposto errado: que a vida das pessoas no Sábado continua a mesma de durante a semana – o que se reflete na grade de programação.

No caso das Rádios de notícias (All News) a situação é bem semelhante, se não pior.
Frente ao tempo exagerado de dedicação de espaço para o jornalismo noticioso no Sábado (também igual ao de 2ª. à 6ª.) e frente também ao fato de existir um menor volume de prestação de serviços – o que também é natural devido ao menor volume de trânsito – as Rádios tem virado uma espécie de porta-vozes das áreas de RH das empresas. E lá vem os depoimentos, “cases” de inspiração, fórmulas de sucesso,… – nada contra o tema, mas para mim isso deveria fazer parte de outro programa e em outro horário, pois não atende à maioria dos ouvintes.

Frente à isso, pergunto: não está na hora de repensar a duração do Jornalismo nos Sábados? Não seria muito melhor para as empresas, para a audiência e para os próprios jornalistas, que esse tempo fosse mais enxuto, que se pensasse em espaços menos “engessados”, abrindo espaço para outros temas ou gêneros a explorar? A família “esgotada”, agradece.

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 25 de outubro de 2011,

por Geraldo Leite

 

postado por admin em 27 de outubro de 2011, 16:42   |   0 comentários

Globosat contrata Singular para novo canal infantil

A Globosat contratou a especialista em programação infantil Beth Carmona para ajudar na formatação de seu novo canal infantil, ainda sem nome definido, que deve estrear em 2012. Beth tem no currículo o desenvolvimento da programação infantil da TV Cultura de São Paulo, com séries como “Cocoricó” e “Ra-Tim-Bum”, seguida de passagem pelo grupo Discovery. Foi também presidente da TVE até a extinção da TV educativa que daria origem à TV Brasil.

Fontes da programadora revelam que houve tentativa de uma associação, e até mesmo aquisição do canal Ra-Tim-Bum, da Fundação Padre Anchieta, para a formatação deste canal, mas as negociações não vingaram.

A Globosat lança ainda este ano o canal OFF, de aventura e esportes radicais. No horizonte da programadora também está um canal de jornalismo econômico e de negócios.

Nota publicada no TELA VIVA News, dia 13 de outubro de 2011,

por André Mermelstein.

 

postado por admin em 17 de outubro de 2011, 15:33   |   0 comentários

Todos estão cegos

Imagine que seja lançada uma TV espetacular.
Que ela seja fininha, com altíssima qualidade de reprodução de imagem, som estéreo, tamanhos maiores e pouco consumo de energia.

Que ela agregue os canais de TV Aberta aos de Assinatura e que ainda dê acesso, pelas múltiplas fontes de entrada e conexões, a outros equipamentos, como jogos, “vídeos on demand”, à própria Internet e etc.

Que isso faça parte de um sistema integrado digital, onde a TV é só o início de um processo de interatividade e de mobilidade e que para tanto, foram mobilizados cientistas, os melhores talentos, diplomacia internacional, investimentos públicos e de grandes empresas de comunicação e de telecomunicações.

Imagine agora que frente a um grande interesse de consumo que isso proporcione, seja possível estender esse tipo de produto a praticamente todas as classes sociais, oferecendo condições de vendas facilitadas, através de dezenas de parcelas pré- fixadas.

Que a qualidade desse produto e a experiência dessa exibição proporcionem uma revalorização do meio, do prazer de assistir à TV, com poder suficiente para aproximar as pessoas novamente em torno de uma tela principal.

Já pensou?

Se não pensou, já deveria ter pensado. Esse fato vem ocorrendo nos últimos anos, quando o volume de vendas de aparelhos de TV de LED e de Plasma atingiu 40 milhões de unidades e, somente no último ano, representou quase 80% das vendas de TV.

Muito embora essa mudança ocorrida nos lares brasileiros seja indiscutível, a imensa maioria dos anunciantes (com o endosso ou não de suas agencias), ainda produz seus comerciais de TV no formato antigo, fazendo com que, por incrível que pareça, esse novo prazer de assistir à TV não seja também estendido para os comerciais, uma vez que eles são todos exibidos nas novas telas com barras verticais!

Acho incrível que isso persista e o mais absurdo ainda é que ninguém parece enxergar. Se a qualidade dos nossos comerciais é um exemplo de que nos orgulhamos, porque eles praticamente perdem 30% de seu espaço?

Pense no que ganhariam os comerciais de alta qualidade de produção, como o Cirque du Soleil do Bradesco, da Natura, do Itaú, das Havaianas, das Cervejas…

Como é que pode nesse claro momento de melhoria do meio e de maior satisfação dos espectadores, não pegar carona e participar junto?

Que custo é esse que justifica a ausência e essa clara limitação no ar?

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 14 de outubro de 2011,

por Geraldo Leite

 

postado por admin em 14 de outubro de 2011, 23:32   |   0 comentários

Onde o conteúdo é king

Eu tava lá em Los Angeles, agora em Setembro, junto com o Grupo de Mídia, para saber das novas. O foco era a indústria do Entretenimento, incluindo os Estúdios, Filmes, TVs, Shows, Esportes, o uso de “product placement” e todo o sistema daí decorrente.

Uma comitiva de quase 80 pessoas, 50 deles mídias que voltaram muito bem informados.

Como de hábito, muita coisa nova a conhecer e a digerir. Alguns destaques para dividir:

a) Há uma clara crise no mercado americano e a indústria do Cinema vendeu 30% menos tickets até agora. Cresce a importância das receitas internacionais (hoje iguais a 2/3) e também da América Latina (cresceu 66% o número de ingressos nos últimos 10 anos);

b) O investimento em Cinema / Conteúdo está bem mais conservador / menos arrojado e há uma procura intensa por soluções já testadas anteriormente, sejam elas de novos episódios de séries bem sucedidas, como também de “remakes”;

c)  Incrível o uso que os Estúdios / Canais fazem da mídia out-of-home. Deve ser a principal categoria no ar e a cidade respira cada nova série;

d) Diferentemente do Brasil, existem empresas que gerenciam os talentos (atores, diretores, músicos, esportistas, etc), como a CAA (Creative Artists Agency) que conhecemos. O trabalho deles é o de criar oportunidades de negócios para os clientes. É um avanço no grau de profissionalismo do mercado;

e) No Annenberg Inovation Lab, ligada a USC – University of Southern California, entramos em contato com o Jonathan Taplin e com o Henry Jenkins. Eles estão encantados com o Brasil, com o nosso uso de redes sociais, com o potencial de maior acesso nas favelas do Rio e prometem uma grande conferência de estudiosos no Rio, em Agosto do ano que vem;

f) Existem alguns Media Labs de empresas de mídia, anunciantes ou universidades. Em visita aos estúdios da Warner deu para ver como usam o “eye tracking” para seguir os passos dos internautas e para testar programas de TV. Deram exemplo de um programa da Ellen, onde, com base em respiração, batidas do coração, suor e outras reações, criaram uma métrica para medir o engajamento. No exemplo, tiveram uma resposta 11 vezes acima da média;

g) Entre as visitas, uma ida ao L.A. Live, gerido pela AEG. Um complexo monstruoso e de super estrutura para shows, jogos e tudo o que se pensar. Essa AEG é a mesma que está construindo um estádio em Recife para a Copa do Mundo, junto com a Odebrecht. Eles querem montar uma rede no Brasil e esticar mais a presença de artistas internacionais por aqui. Um periquito me contou que eles vão ter um acordo aqui em São Paulo;

h) Genial a apresentação da FullScreen de um garoto (George Strompolos) que é talento puro. No currículo, passagens pela Wired, CNet, tendo ainda fundado o Youtube. Ele conta que daqui a 2 anos, 90% do tráfego da Internet será de Vídeo;

i) NBA está bem interessada em conversar por aqui e planejam um escritório em SP logo mais.

 

Enfim, pouca diversão, mas muito divertido.

 

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 28 de setembro de 2011,

por Geraldo Leite

 

 

postado por admin em 29 de setembro de 2011, 16:17   |   0 comentários

Mídia Impressa como um voto de qualidade

Tenho acompanhado com certa preocupação, uma indicação de queda que a mídia impressa tem apresentado na participação de mercado entre os meios, saindo gradualmente de 1/3 do mercado há 10 anos, para o atual 1/5.

Mais do que atribuir essa ação à falta de atualização e sintonia do setor com os leitores ou com o mercado anunciante, entendo que mundialmente há uma mudança brutal de ambiente, com a explosão de novas mídias, fruto, principalmente, do novo ambiente digital.

No caso brasileiro ainda, a hegemonia da TV (basicamente a “Aberta”), contra todos os prognósticos externos, se consolidou ainda mais e não vejo indicações, frente aos grandes eventos esportivos que vamos viver, que essa dominância vá se modificar substancialmente até lá.

Entendo como negativa essa diminuição de importância dos Jornais & Revistas no mercado anunciante pelo importante papel social que eles desempenham e, mesmo que eles venham a ser “aditivados” pelo ambiente digital (com Ipad, venda conjunta, promoções, etc), me parece que essas novas mudanças tendem mais a estancar a queda, do que a recuperar todo o terreno perdido.

Considero que a mídia impressa, entre os meios, é das que melhor constrói conteúdo, que esse produto final traz muito valor para a nossa sociedade e que crescerá de importância frente às novas classes entrantes.

Muitas vezes, inclusive, é na unidade impressa que está o coração dos grandes grupos de comunicação, a fonte principal dos fatos e o trabalho de maior consistência.

Não levar em conta os diferenciais que a mídia impressa proporciona é um raciocínio que despreza a qualidade, a responsabilidade social, a precisão da apuração dos fatos e a conscientização dos direitos do cidadão.

Independente de cor ideológica, investir nela (ou em seus desdobramentos digitais) é importante tanto pela profundidade que ela proporciona para a comunicação, quanto pelo efeito “holístico” que esse investimento representa na sociedade ou junto às diferentes comunidades.

Pra mim é como se esse “share” fosse uma espécie de voto de qualidade das empresas anunciantes que, mais maduras e responsáveis socialmente, não abrem mão de seu papel na construção de uma nação melhor, mais educada e mais justa.

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 06 de setembro de 2011,

por Geraldo Leite

postado por admin em 10 de setembro de 2011, 17:22   |   0 comentários

A força do “mind set”

Desde 2008 “milito” pela chamada mídia digital out-of-home que oferece monitores digitais com qualidade de recepção, em locais dirigidos, falando de uma forma muito mais específica, próxima ou até íntima com as pessoas.

Foi com base nisso que criamos (junto com o Bira Macedo) a ABDOH.
Chamamos o DOOH de um novo meio pelas suas características diferenciadas: estar sempre fora de casa/ trazer informação, diversão e prestação de serviços / em ambientes selecionados e, principalmente, por poder oferecer, pelo seu lado digital, conjugado à sua logística de distribuição, uma mensagem muuito mais dirigida – isto é, para quem está naquele elevador, naquela fila, naquele ônibus, etc.

Nesse sentido, pela própria diversidade de suas presenças, é uma mídia que pode ser utilizada com mensagens adequadas ao “mind set” de cada um ou estado de espírito das pessoas.

Quero dizer com isso que podemos mandar mensagens comerciais para as pessoas que estão se exercitando em uma academia ou na fila de um supermercado ou bebendo em um bar, etc.

Da mesma forma, durante um dia, podemos falar várias vezes com um consumidor, de maneira adequada ao tempo / momento em que ele está vivendo.

Se até então nos encantávamos com o “Recency” pela possibilidade de falar com o consumidor próximo à sua decisão de compra, agora as marcas têm condição de pulsar no mesmo estado de espírito do seu consumidor e isso significa mensagens mais direcionadas, mais interessantes e menos desprezadas como “simples propaganda”.

Pra mim esse é um belo exemplo de evolução do mercado e de um tempo em que a mídia é cada vez mais parte das nossas vidas.

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 25 de agosto de 2011,

por Geraldo Leite

postado por admin em 30 de agosto de 2011, 17:31   |   0 comentários