Viva voz

Essa terceira semana de janeiro valeu como uma excelente pós graduação das novas práticas em vigor na comunicação.

Semana de tragédias e paródias internacionais, nacionais, locais, pessoais e até de costumes.

Nesses sete dias falamos das chuvas e incompetências no país, dum naufrágio na Itália, de um hit do Michel “ai seu eu te pego” Teló, de um suposto estupro no BBB, até do simples lançamento de um imóvel na Paraíba que chamou a atenção de “quase todos”.

Em comum entre eles, um engajamento que supera a simples exibição natural da mídia – uma rédea que foge ao controle, sentimentos que brotam e transbordam de múltiplas formas – do indivíduo, ao coletivo.

Sempre tivemos chuvas no verão, uma tragédia ou outra nesse começo do ano, um buxixo do BBB, algo esdrúxulo do Brasil e muito mais ainda, lançamentos imobiliários.

Mas agora esses fatos todos são partilhados, dissecados, comentados, ironizados, de forma simultânea aqui e em qualquer lugar do mundo. Fica mais difícil esconder no armário, desligar os refletores, apagar os registros ou fingir que não existiram.

Pelas redes sociais e pela repercussão que propiciam, cada fato, até os falsos, ganha o seu destaque e vira mídia principal.

Como numa espécie de “corredor polonês”, cada um dá o seu pitaco, solta a sua verve ou neurose e toda farinha vira bolo.

E não é só uma questão de Internet, é de sintonia, conexão, velocidade, vontade de interferir e mostrar a sua voz. Hoje dá pra fazer isso, as pessoas (a audiência) também produzem, interferem, criam, copiam; e também manipulam.

No caso das chuvas, vale a pena ver no Youtube o recado indignado ao vivo da âncora do jornal do almoço do SBT em Brasília, jornalista Neila Medeiros, sobre a situação. E vejam, a sintonia foi pela TV Aberta.

Peguem o caso do naufrágio do navio. Em pouco tempo todos no mundo souberam do capitão trapalhão, do comandante herói e até a ordem dele virou um bordão, uma camiseta, um banner…

O Michel Teló virou celebridade internacional com sua única canção tocando e sendo parodiada ou dançada em todo o canto, em todo evento, até pelos soldados israelenses.

O BBB, que é sempre repercussão pura, também teve que se defender de acusações que, verdadeiras ou falsas, maculam a imagem dos envolvidos. Como responder a isso? Como estar preparado para possíveis repercussões? Como não dar munição aos combatentes de sempre?

Pra completar a semana, numa mistura de clima do samba do crioulo doido, com uma pitada de “gente diferenciada”, ocorre um lançamento imobiliário na TV com um colunista social de João Pessoa.

O que era para ficar restrito à Paraíba e talvez à algumas dezenas de pessoas, ganhou o país, em incríveis versões bem humoradas na mídia, em eventos, em shows, nos escritórios,…

Foi uma bela semana pra quem gosta de tentar entender como funciona a mídia.

Todo o mundo teve uma grande lição, “menos a Luíza que ainda estava no Canadá”.

Geraldo Leite

Publicado no site do Meio & Mensagem – 21/01/2012

 

postado por admin em 24 de janeiro de 2012, 14:30   |   0 comentários

Missões de Intercâmbio

Viagens promovidas pelo Grupo de Mídia visam antecipação de tendências

Realizou-se no mês de setembro mais uma viagem organizada pelo Grupo de Mídia de São Paulo ao exterior. Essas “missões de intercâmbio” têm a finalidade de aprimorar o conhecimento dos profissionais do mercado publicitário, os quais são apresentados às novas tendências da comunicação internacional, às novas tecnologias, além de terem a oportunidade de estreitar o contato direto com os grandes grupos de comunicação mundiais.

Como um dos pilares do modelo brasileiro, as “missões” promovidas pelo Grupo de Mídia mostram a determinação dos executivos e a visão de suas empresas em proporcionar uma oportunidade de crescimento profissional que amplia o conhecimento e contribui para a profissionalização cada vez maior tanto do indivíduo como destas importantes áreas nas agências e nos anunciantes, valorizando o mercado como um todo.

O Grupo de Mídia de São Paulo organiza essas viagens desde 1996. O programa tem início na primeira segunda- feira de setembro, quando é celebrado o Labor Day (Dia do Trabalho nos Estados Unidos), estendendo – se até a sexta-feira da mesma semana. Ao todo, já foram realizadas 12 viagens, sendo oito para Nova York, além de Lisboa/Madri, Tóquio e São Francisco/Vale do Silício. Este ano o destino foi Los Angeles.

O grupo de viajantes, que no início do programa cabia em um táxi, com o tempo passou a usar uma van e, agora, precisa de pelo menos dois ônibus para acomodar todos os participantes. Embarcaram sob o comando de Luiz Fernando Vieira, Vice-Presidente de Mídia da Africa e atual presidente da entidade, cerca de 50 diretores de diferentes agências de vários estados brasileiros, ao lado de 20 executivos de veículos, que nos últimos anos passaram a apoiar e a prestigiar esse movimento, como copatrocinadores das viagens.

Durante cinco dias foram realizadas 25 reuniões com grande foco no conteúdo e na visão do mercado americano sobre entretenimento. O grupo visitou grandes estúdios de cinema que atuam com múltiplos canais de comunicação como a Warner Bros, 20th Century Fox, Sony, Marvel, entre outros. Outro foco importante foram as grandes ligas esportivas americanas, como NBA (National Basketball Association), NFL (National Football League) e MLB (Major League Baseball), para verificar o trabalho das marcas no mundo do esporte, a entrega de mídia para o patrocinador e a negociação dos direitos de transmissão.

Segundo Paulo Stephan, Diretor Geral de Mídia da Talent e um dos mais experientes do grupo, tendo participado praticamente de todas as missões, nas primeiras viagens era preciso explicar quem eram, o que faziam e de onde vinham. Agora, a situação é completamente diferente e conseguir falar com grandes players deixou de ser difícil. O complicado agora é selecionar todos os convites que recebem e aproveitar ao máximo as oportunidades. “Na quase totalidade das nossas visitas, fomos recepcionados pelo presidente ou pelo CEO de cada empresa”, ressalta Stephan.

O Brasil deixou de ser conhecido apenas como o país do samba e do Carnaval. Agora, com o cenário econômico favorável e como país sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, todos olham para o Brasil como um lugar de grandes oportunidades de negócios e que ainda pode crescer muito mais. Há um grande interesse em entender a boa situação econômica brasileira de uma forma geral.

Além de conhecer in loco quais as tendências em diversas plataformas, o grupo ficou sabendo também, com antecedência, sobre o interesse de várias empresas em investir no Brasil bem como “exportar” nosso conhecimento e experiência na área esportiva e cultura.

Os executivos Jonathan Taplin e Henry Jenkins da University of Southern Califórnia, por exemplo, foram generosos nos elogios ao país e prometeram a realização de uma grande conferência de estudiosos do Annemberg Inovation Lab no Rio de Janeiro, em agosto de 2012.

O Grupo AEG, por exemplo, que já fincou os pés no Brasil e está construindo em parceria com a Odebrecht, o estádio de Recife para a Copa do Mundo, quer ampliar sua participação e montar uma rede no Brasil, fixando escritório na cidade de São Paulo.

Também a NBA está interessada em fixar residência no país e já escolheram a Netshoes para ser a loja oficial de seus produtos, além de manterem contato com a Liga dos Esportes no Brasil para o desenvolvimento de todos os seus eventos.

Do ponto de vista do anunciante essas viagens agregam muito valor à sua relação com a agência. Muitas das agências realizam um pós-evento fechado para seus clientes, onde apresentam e difundem as novidades conhecidas na viagem. O próprio Grupo de Mídia costuma realizar um evento para apresentar uma síntese das novidades aos que não tiveram oportunidade de participar diretamente da experiência.

“A viagem do Grupo de Mídia é uma oportunidade única no mercado de ampliar o conhecimento na área e no universo de contatos com empresas com quem pode desenvolver negócios para nossos clientes. Além disso, é um momento excelente de integração entre os principais profissionais da área que só fortalece o mercado de mídia brasileiro”, comenta Daniel Chalfon, Vice-presidente de Mídia da Loducca.

Segundo Geraldo Leite, sócio-diretor da Singular e responsável pelo conteúdo das viagens do Grupo de Mídia há três anos, o local de destino é escolhido pela diretoria do Grupo de Mídia, levando em conta qual mercado pode acrescentar mais, já que o principal objetivo é promover o desenvolvimento profissional da categoria.

Matéria publicada na seção Tendências da CENP EM REVISTA,

na edição de Dezembro de 2011

postado por admin em 19 de dezembro de 2011, 21:28   |   0 comentários

2011: ano de avanços e solavancos

Um ano mais feminino. Casa sob nova direção, onde se imaginava que estaria mais bem cuidada, florida, perfumada, com boa sorte e com boa imagem no mundo, mas que, quando se olha para dentro, só se vê briga na cozinha, discussões em diferentes línguas, vizinhos que reclamam; enfim, grandes questões históricas, permanentes, mas que tendem a ser tratadas como num tribunal de “pequenas causas”.

O mercado deve terminar com um crescimento um pouco menor que 10% e, como numa novela, a TV aberta (seja ela um bandido, seja um mocinho) sai sempre bem na foto.

Levando na esportiva

Cada vez mais, com Copa e Olimpíada chegando, somos o país do futebol e do esporte. Aparentemente, vencemos a batalha dos estádios bem na prorrogação do segundo tempo, mas resta saber se nos classificaremos também nos serviços e na mobilidade. A partida de estreia foi quente e quase detona o Clube dos 13. Ainda assim, a Globo levou. (mais…)

postado por admin em 13 de dezembro de 2011, 17:21   |   0 comentários

Deletaram o futuro!

Na semana passada tivemos um belo evento pelos 25 anos da ANER, no Teatro Alfa, em São Paulo. Noite caprichada, dirigida pelo Roberto Muylaert e com um discurso interessante de outro Roberto, o Civita, contando a história da formação da associação.

A atração da noite foi a extraordinária Orquestra Ouro Negro com músicas do Moacyr Santos, tocando de forma exclusiva para a gente (e isso é raríssimo), de uma maneira brilhante e pena que poucos sabiam ou tinham interesse em conhecer, pois muita gente saiu antes.

Ao final, todos recebemos o livro “história Revista” que faz um belo apanhado da evolução do mundo e do Brasil, sob os olhares das Revistas.

O que me encantou também e tá lá, escondido no finalzinho da Revista, é o artigo do Thomaz Souto Corrêa, chamado “O futuro não existe”. Como assim?

É isso mesmo. Com sua verve e jeito bom de escrever, o Thomaz refaz o percurso dele em descobrir o futuro do meio e as várias tentativas de se adivinhar o que virá.

Conta primeiro de um modelo que viu 15 anos atrás na MPA, meio Tabletão, onde se ia fisicamente até uma “banca eletrônica” , encaixava-se o produto numa máquina tipo de compra de salgadinhos, você apertava as teclas das revistas ou das partes que queria e lá caia  um pacotão dessa “revista do futuro”.

Depois veio um outro protótipo, junto com o Negroponte do MIT, com uma tela de vidro e uma moldura de plástico que também não chegou lá. Tudo isso até surgir a solução de fato, o Ipad, apresentado pelo Steve Jobs.

É por tudo isso que temos que dar uma banana para os tais “expertos” que dizem saber como será o futuro. Como é ridículo ver esses saberetas vomitando verdades que logo mais serão superadas por novidades tecnológicas que ninguém previa. Tudo bem que o Ipad possa cumprir com eficiência uma série de funções da mídia impressa e ainda melhor, mas ele não é uma Revista ou Jornal – é mais que isso, e não sendo essa a função básica, o modo de consumo pode também não ser a melhor solução para o futuro – muito embora hoje seja.

O amanhã só amanhã – o hoje está aqui, passa pela gente, se não for bem feito nem chega lá, e se a gente chegar lá, já garantimos o futuro, porque se servisse pão de ontem, a gente passava amanhã. Mas não, é nóis na fita, nóizinhos, nós fazemos o futuro, digo, o presente, pois  o hoje, vai dar no amanhã; e o amanhã… amanhã a gente vê.

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 29 de novembro de 2011,

por Geraldo Leite


 

 

postado por admin em 2 de dezembro de 2011, 17:16   |   0 comentários

As tais balas de pessoas estranhas

A história da nossa comunicação é marcada pela disputa ou digamos assim, pacto, entre conteúdo & comercial ou entre editorial & publicidade.

Para ter a melhor informação ou o melhor conteúdo, fazemos um combinado: aceitamos os anúncios ou comerciais e o preço da informação ou da diversão sai mais barato – por vezes, gratuito.

É a tal da relação “igreja & estado” que foi implantada e os veículos mais sérios nos convenceram da necessidade de rezar por esse credo. Para aquilo que as redações preferem não aceitam assumir, convencionou-se carimbar como “informe publicitário”.

Quando não havia canais suficientes, essa era a regra do bom senso.

Só que o tempo hoje é outro e como a tecnologia é muito mais acessível, novas variações desse “pacto” tem sido formadas, ou, por vezes, tentadas.

Aliás, com tantos canais e com a dispersão inevitável da atenção, muitos anunciantes, para tentar garantir uma lembrança especial, começaram a incentivar soluções menos convencionais; ou seja, que possam explorar também a credibilidade que uma comunicação “não comercial” apresentaria.

Com tantos canais disponíveis, dá pra ter soluções puras de comunicação de produto, como também exclusivas de conteúdo; depende do interesse do cliente, ou do bolso do consumidor.

Nesse universo de opções, tem surgido ainda interesse por soluções intermediárias que poderíamos chamar de: “conteúdos dirigidos” (ao interesse de determinada marca) ou “comerciais de entretenimento” (uma espécie mais “light” de falar bem de um produto, hábito ou categoria, ou passar uma imagem).

Tudo isso ainda é pouco quando se pensa no futuro das redes sociais. Lá essa questão aflora, pois estamos como pessoas físicas, conversando com “amigos”, mas numa mistura onde o lado pessoa jurídica, comercial ou até político, convive lado a lado.

São momentos em que o “pacto” parece já estar superado, como se todos fossemos maduros o suficiente para distinguir o desejo real / necessidade, daquilo que somente te empurram.

Mas será que de fato, como meus pais já me diziam, não devemos recusar balas de pessoas estranhas?

 

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 14 de novembro de 2011,

por Geraldo Leite

 

 

postado por admin em 17 de novembro de 2011, 21:11   |   0 comentários

Porque hoje é Sábado

Pra mim, o jornalismo de fim de semana ainda é um assunto mal resolvido. Não acho que é o caso da mídia impressa, principalmente das Revistas semanais de informação, onde esses dias marcam o momento da virada, do respiro, da contribuição de fato (pelo menos elas tentam). Também não é tanto um problema dos Jornais, principalmente nas edições de Domingo; mas isso, é claro, varia de jornal para jornal.

Já no caso das TVs e também das Rádios noticiosas, é aquela morneira de sempre: faltam assuntos (o que é lógico e natural, já que as pessoas não trabalham!), mas o tempo de duração dos Telejornais ou das edições das manhãs do jornalismo das Rádios no Sábado, continua o mesmo.

Os Telejornais das grandes redes, por exemplo, praticamente só trazem matérias frias, como que a provar que eles não têm como fabricar notícias e daí tome lados softs, matérias que se arrastam e não há lógica que justifique porque esses assuntos merecem ganhar destaque no horário mais nobre da emissora.

Chegam a um ponto tal, que quem costuma assistir freqüentemente (meu caso), já consegue antecipar que tipos de matérias virão, qual a política dos breaks, que tipo de chamada entrará, etc e tal. Tudo isso como reflexo de um pressuposto errado: que a vida das pessoas no Sábado continua a mesma de durante a semana – o que se reflete na grade de programação.

No caso das Rádios de notícias (All News) a situação é bem semelhante, se não pior.
Frente ao tempo exagerado de dedicação de espaço para o jornalismo noticioso no Sábado (também igual ao de 2ª. à 6ª.) e frente também ao fato de existir um menor volume de prestação de serviços – o que também é natural devido ao menor volume de trânsito – as Rádios tem virado uma espécie de porta-vozes das áreas de RH das empresas. E lá vem os depoimentos, “cases” de inspiração, fórmulas de sucesso,… – nada contra o tema, mas para mim isso deveria fazer parte de outro programa e em outro horário, pois não atende à maioria dos ouvintes.

Frente à isso, pergunto: não está na hora de repensar a duração do Jornalismo nos Sábados? Não seria muito melhor para as empresas, para a audiência e para os próprios jornalistas, que esse tempo fosse mais enxuto, que se pensasse em espaços menos “engessados”, abrindo espaço para outros temas ou gêneros a explorar? A família “esgotada”, agradece.

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 25 de outubro de 2011,

por Geraldo Leite

 

postado por admin em 27 de outubro de 2011, 16:42   |   0 comentários

14º Prêmio de Mídia Estadão

O Prêmio de Mídia Estadão, uma idéia do Departamento de Marketing do Jornal O Estado de São Paulo e da Singular, Arquitetura de Mídia, acontece desde 1998 com o objetivo premiar  o mercado de Publicidade com o diferencial da Mídia.  O Prêmio conta  também com o apoio do Grupo de Mídia de São Paulo e visa  valorizar as soluções que fortaleçam o profissionalismo no setor.
A 14ª edição do prêmio ocorreu nesta segunda-feira, 24 de outubro, no Credicard Hall em São Paulo e reuniu cerca de 2 mil pessoas. Foi apresentado pela atriz e apresentadora Luah Galvão e contou com um show  da Banda Vitória Régia .

Destinado a dois públicos distintos – profissionais do mercado de comunicação, sejam eles mídias de agências de publicidade, anunciantes ou pesquisadores; e estudantes universitários do 3º e 4º ano – premia os trabalhos que efetivamente contribuíram com novas teorias e práticas sobre o mercado de comunicação do País e suas consequências para a área de Mídia e  definitivamente, se firma como o mais reconhecido e melhor  premio do setor em âmbito nacional.

Os vencedores do 14º Prêmio de Mídia Estadão

Mídia do Ano – Gustavo Gaion, da Y&R.

Agência do Ano – AlmapBBDO.

Personalidade de Mídia – Flávio Rezende, da DPZ.

Destaque Estadão – Banco Cyan, de Daniel Chalfon, Silvia Ramazzotti e Gabriela Oliveira, da Loducca.

Grand Prix Monografia – MAT3IZ – Na direção da convergência, de Rodrigo Suarez e Rubens Farias, da AlmapBBDO.

Grand Prix Cases – Leite Mu-Mu Brancolorido, de Andréia Moraes dos Santos, Viviane Souza e Ricardo Pilla, da DCS Comunicações.

Categoria Estudantes

Mídia Digital – Celebridades da Web. Por trás de um clique, um case de sucesso, de Felipe Proença dos Anjos – Faculdade Cásper Líbero.

Mídia Rádio – O bom momento vivido pelo rádio, de Pamela Gimenes de Almeida – Faculdade Cásper Líbero.

Talento de Mídia - Celebridades da Web. Por Trás de um Clique, um Case de Sucesso, de Felipe Proença dos Anjos – Faculdade Cásper Líbero.

Professor Orientador – Joubert Brito, da Faculdade Cásper Líbero.

Categoria Profissional

Monografias

GP Monografia – MAT3IZ – Na direção da convergência, de Rodrigo Suarez e Rubens Farias, da AlmapBBDO.

Mídia Digital – Internet Shift, de Ana Beatriz Martini, Carolina Buzetto e Isabela Albero, da W/McCann e AlmapBBDO.

Mídia TV – Social Television: Horizontalizando a mídia TV, de Karla Patriota Bronsztein e Luciana Gomes de Oliveira, da Master e Universidade Federal de Pernambuco.

Pesquisa - MAT3IZ – Na direção da convergência, de Rodrigo Suarez e Rubens Farias, da AlmapBBDO.

Cases

Eventos & Promoções – Leite Mu-Mu Brancolorido, de Andréia Moraes dos Santos, Viviane Souza e Ricardo Pilla, da DCS Comunicações.

Integração de Mídia – Juntos na Copa Santander Libertadores, de Paulo Stephan, Rafael Amorim, Thiago Rossi e Eduardo Amato, da Talent.

Mídia Impressa – Magazine Luiza: Coquetel, de Luis Monteleone, Sergio Broto, Regiane Pauluti, Eduardo Marques e Danilo Maso, da Ogilvy.

Mídia Rádio – O dia em que um sorriso parou São Paulo, de Monica de Carvalho, Patricia Muratori, Ana Carolina Esposito, Aline Brazolotto e Beatriz Torrealba, da DM9DDB.

Mídia Digital - Caça ao Banner Itaú, de Lisi Kindlein, Camilo Otto, Pedro Bombonatti, Silvio Genesi e Karina Okabatake, da F.biz.

Mídia TV - Quer ganhar beijinho?, de Paulo Camossa Júnior, Carla Durighetto, Daniel Ribeiro e Izabela Vilela, da AlmapBBDO.

Mídia Out of Home - Drunk Vallet Bar Aurora, de Luis Monteleone, Rubens Filho, Camila Porto e Danilo Maso, da Ogilvy.

postado por admin em 27 de outubro de 2011, 16:28   |   0 comentários

Globosat contrata Singular para novo canal infantil

A Globosat contratou a especialista em programação infantil Beth Carmona para ajudar na formatação de seu novo canal infantil, ainda sem nome definido, que deve estrear em 2012. Beth tem no currículo o desenvolvimento da programação infantil da TV Cultura de São Paulo, com séries como “Cocoricó” e “Ra-Tim-Bum”, seguida de passagem pelo grupo Discovery. Foi também presidente da TVE até a extinção da TV educativa que daria origem à TV Brasil.

Fontes da programadora revelam que houve tentativa de uma associação, e até mesmo aquisição do canal Ra-Tim-Bum, da Fundação Padre Anchieta, para a formatação deste canal, mas as negociações não vingaram.

A Globosat lança ainda este ano o canal OFF, de aventura e esportes radicais. No horizonte da programadora também está um canal de jornalismo econômico e de negócios.

Nota publicada no TELA VIVA News, dia 13 de outubro de 2011,

por André Mermelstein.

 

postado por admin em 17 de outubro de 2011, 15:33   |   0 comentários

Todos estão cegos

Imagine que seja lançada uma TV espetacular.
Que ela seja fininha, com altíssima qualidade de reprodução de imagem, som estéreo, tamanhos maiores e pouco consumo de energia.

Que ela agregue os canais de TV Aberta aos de Assinatura e que ainda dê acesso, pelas múltiplas fontes de entrada e conexões, a outros equipamentos, como jogos, “vídeos on demand”, à própria Internet e etc.

Que isso faça parte de um sistema integrado digital, onde a TV é só o início de um processo de interatividade e de mobilidade e que para tanto, foram mobilizados cientistas, os melhores talentos, diplomacia internacional, investimentos públicos e de grandes empresas de comunicação e de telecomunicações.

Imagine agora que frente a um grande interesse de consumo que isso proporcione, seja possível estender esse tipo de produto a praticamente todas as classes sociais, oferecendo condições de vendas facilitadas, através de dezenas de parcelas pré- fixadas.

Que a qualidade desse produto e a experiência dessa exibição proporcionem uma revalorização do meio, do prazer de assistir à TV, com poder suficiente para aproximar as pessoas novamente em torno de uma tela principal.

Já pensou?

Se não pensou, já deveria ter pensado. Esse fato vem ocorrendo nos últimos anos, quando o volume de vendas de aparelhos de TV de LED e de Plasma atingiu 40 milhões de unidades e, somente no último ano, representou quase 80% das vendas de TV.

Muito embora essa mudança ocorrida nos lares brasileiros seja indiscutível, a imensa maioria dos anunciantes (com o endosso ou não de suas agencias), ainda produz seus comerciais de TV no formato antigo, fazendo com que, por incrível que pareça, esse novo prazer de assistir à TV não seja também estendido para os comerciais, uma vez que eles são todos exibidos nas novas telas com barras verticais!

Acho incrível que isso persista e o mais absurdo ainda é que ninguém parece enxergar. Se a qualidade dos nossos comerciais é um exemplo de que nos orgulhamos, porque eles praticamente perdem 30% de seu espaço?

Pense no que ganhariam os comerciais de alta qualidade de produção, como o Cirque du Soleil do Bradesco, da Natura, do Itaú, das Havaianas, das Cervejas…

Como é que pode nesse claro momento de melhoria do meio e de maior satisfação dos espectadores, não pegar carona e participar junto?

Que custo é esse que justifica a ausência e essa clara limitação no ar?

Matéria publicada no blog do Meio&Mensagem,

na sessão Digital, na coluna Ponto de vista,

dia 14 de outubro de 2011,

por Geraldo Leite

 

postado por admin em 14 de outubro de 2011, 23:32   |   0 comentários

La Cajita Feliz 2011

Entre os dias 18 e 20 de outubro de 2011 acontecerá em Santiago do Chile a 6ª edição do “La Cajita Feliz”, que é um espaço de encontro, intercâmbio e reflexão com quem toma decisões nos processos de criação, produção e distribuição de conteúdos de qualidade para crianças e jovens. Por meio de workshops, mesas redondas, mostras, palestras e laboratórios com convidados chilenos e internacionais, o evento torna-se mais um importante ponto de debate e circulação de Mídia e Infância na América Latina.
Dentre os parceiros e apoiadores do evento estão: CNTV do Chile, o Goethe-Institut, a Associação Chilena de Animadores, entre outros. A Sócia-Diretora da Singular, Arquitetura de Mídia e diretora-presidente do Midiativa- Centro Brasileiro de Mídia para crianças e adolescentes, Beth Carmona ministrará um workshop de análise e criatividade em programação infantil. Além disso, levará consigo uma sessão especial do Festival Prix Jeunesse Iberoamericano.

Veja o vídeo abaixo:

postado por admin em 13 de outubro de 2011, 22:16   |   0 comentários